Niterói – Fundação e Urbanismo

1 – FUNDAÇÃO DE NITERÓI  -  SÉC. XVI

Niterói foi fundada na margem oriental da Baía de Guanabara, no local conhecido como Band’Além.

Mém de Sá destinou primeiramente estas terras ao fidalgo portugues Antonio Mariz que em 1569 desistiu das terras. As terras foram então doadas ao cacique dos temiminós: Araribóia, que adotara, após a guerra com os franceses, o nome cristão de Martim Afonso de Souza, em recompensa por sua ajuda na expulsão dos franceses da Baía de Guanabara, onde pretendiam estabelecer a França Antártica.

A data da posse das terras em 22 de novembro de 1573 marca a origem oficial da cidade.

As terras doadas eram : uma sesmaria com uma légua de terras ao longo do mar por duas léguas do sertão na Band’Além, indo de um lado : do Maruí até o fundo da Baía de Guanabara e do outro lado das Barreiras Vermelhas pela costa (passando por Jurujuba, Piratininga e Itaipu) até Maricá.

A aldeia de São Lourenço dos Índios localizou-se num dos morros mais elevados, onde os índios, vivendo em casebres, plantavam milho, mandioca; viviam da caça e da pesca; produziam objetos utilitários de cerâmica e teciam redes. Os jesuítas ergueram no local a Igreja de São Lourenço dos Índios em 1570.

Com o passar do tempo a sesmaria foi sendo invadida por imigrantes e dessa forma os índios foram perdendo seu patrimônio.

A expulsão dos jesuítas em 1759 agravou a situação de espoliação das terras indígenas.

Em 1849 restavam apenas 92 índios na aldeia, o que levou o governo a decretar a extinção do aldeamento em 26 de janeiro de 1866.

Os únicos indícios atuais da antiga aldeia são: a Igreja de São Lourenço dos Índios e o cemitério dos “caboclos”  localizado em frente a ela.

2 -  NITERÓI  -  SÉC.  XVII

Na segunda metade do séc. XVII, enquanto a aldeia dos índios se extinguia, novas fazendas foram surgindo, entre elas fazendas religiosas como a de São Francisco dos jesuítas.  Nessas fazendas capelas e igrejas foram sendo construídas e vieram a dar origem a pequenos povoados.

Podemos citar algumas dessas igrejas: Capela de São Domingos, que daria origem ao importante povoado de São Domingos; Igreja da Boa Viagem localizada numa ilha com vista da entrada da Baía, serviu também para defesa da costa; Ermida da Pedra próxima à Praia de Icaraí.

Mais tarde tais povoados foram elevados à categoria de freguesia (sede paroquial).

A localização preferencial das igrejas era na costa, em geral em morros marcando a ocupação urbana colonial: a igreja dominando a praça cercada pelas construções mais importantes.

Outras edificações características da época foram as fortalezas, construídas na entrada da barra em pontas estratégicas responsáveis pela segurança e defesa da região.

As igrejas e as fortalezas constituem a herança da arquitetura colonial de Niterói.

3 – NITERÓI  -  SÉC. XVIII

O séc. XVIII foi marcado por duas invasões francesas no Rio de Janeiro,  apesar da cidade  não ser a sede da colônia, tinha seu território usado como  passagem do ouro brasileiro  para a Europa, pois por ser uma cidade litorânea facilitava o escoamento das riquezas. A primeira tentativa foi em 1710 com Jean François Duclerc, sendo afastada pelo fogo da Fortaleza de Santa Cruz, a segunda invasão ocorreu em 1711, liderada por Renée Duguay-Trouin, e ocupou a Fortaleza de Santa Cruz por 3 meses até ser rechaçada.

Em 1758 a Igreja de São Lourenço dos Índios foi elevada a categoria de matriz, sendo posteriormente reformada adquirindo a aparência atual.

Nesse século estabeleceram-se as freguesias de: São João de Caray, São Sebastião de Itaipu e São Gonçalo.

4 – O PLANO DE EDIFICAÇÃO DA VILA REAL DA PRAIA GRANDE  -  SÉC. XIX

Em 10 de maio de 1819, D. João VI decreta a elevação da freguesia à Vila Real, devido ao grande crescimento populacional e à proximidade da freguesia com a capital do país.

Faziam parte da Vila as povoações de: São Domingos, Praia Grande e as 4 freguesias vizinhas: São João de Caray, São Sebastião de Itaipu, São Lourenço dos Índios e São Gonçalo; sendo escolhida a de Praia Grande como o sítio para a implantação da Vila, por ser a maior povoação e ser a sede do porto, propiciando a comunicação de todas as povoações deste lado da Baía com a Corte.

Em 1820, o arquiteto francês Arnaud Julien Pallière, por encomenda do   Juiz de Fora José Clemente Pereira, cria o Plano de Edificação da Vila Real da Praia Grande, o qual representa um documento importante do urbanismo brasileiro do final do Período Colonial.

Este plano continha normas de urbanização bastante rígidas com: largura das ruas, gabaritos e alinhamentos, normas de edificação, etc. e abrangia asáreas da Praia Grande e São Domingos

Pelo plano seriam construídas novas ruas que permitiriam a comunicação com outras povoações. Para a rua da Praia foi designado o número 6, seguindo-se 4 ruas paralelas a ela: rua 7 (rua D’el Rei), rua 8 (rua da Rainha), rua 9 (rua do Príncipe) e rua 10 (rua da Princesa); enquanto seriam abertas 8 ruas perpendiculares, da rua da Praia à rua da Princesa: rua da Conceição(já existente), rua São Pedro, rua São João, rua do Infante, rua das Chagas, rua São Francisco, rua da Glória, rua São Carlos.

Da rua da Conceição podia-se chegar à Santa Rosa e São João de Caray, enquanto que a rua São João levava ao caminho de São Lourenço, costeando o mangue dessa enseada.

O plano previa também a construção do passeio da Memória e mais duas praças, uma entre as ruas São Pedro e São João (dando para a rua da Praia) onde ficariam: a casa de Câmara e Cadeia (Palácio do Governo) e a Igreja São João Batista;  e outra praça: a Praça do Mercado (atual Praça Araribóia ).

O passeio público seguia a tendência européia: um retângulo cortado por duas alamedas que se entrecruzavam e formavam quadriláteros menores ajardinados.

Fazia parte do plano também o embelezamento de São Domingos.

A população iniciava a ocupação visivelmente a partir da orla da praia em ambas as povoações: Praia Grande e são Domingos.

4.1 – PLANO DA CIDADE NOVA DE ICARAÍ

Em 1834, a Vila Real da Praia Grande é elevada à capital da província do Rio de Janeiro.

Em 1835, uma lei provincial eleva a Vila à categoria de cidade que passou a chamar-se Nictheroy  (águas escondidas, em tupi).

Como capital da província, Niterói se desenvolveu bastante a essa época, com a instalação da barca a vapor, iluminação pública a óleo de baleia, abastecimento de água, melhorias nos transportes, etc.

Em 1841, o engenheiro militar francês Pedro Taulois traça o Plano da Cidade Nova de Icaraí, abrangendo o bairro de Icaraí e parte de Santa Rosa.

O plano estabelecia o arruamento da cidade nova da Praia de Icaraí entre os morros: Itapuca e Cavalão; e a urbanização em tabuleiro de xadrez: ruas perpendiculares à praia e outras paralelas a ela, até a rua Santa Rosa.

Ruas paralelas à Praia de Icaraí:

  1. rua Vera Cruz – atual Moreira César
  2. rua Cabral – atual Tavares de Macedo
  3. rua do Souza – atual Gavião Peixoto
  4. rua Mem de Sá
  5. rua Estácio de Sá
  6. rua Barros
  7. rua Nóbrega
  8. rua Correas – atual João Pessoa
  9. rua Brasília – atual Geraldo Martins

Ruas perpendiculares à Praia de Icaraí:

  1. rua da Constituição – atual Miguel de Frias
  2. rua Independência – atual Álvares de Azevedo
  3. rua Aclamação – atual Pereira da Silva
  4. rua Fundador – atual Lopes Trovão
  5. rua Regeneração – atual Otávio Carneiro, até o Campo de São Bento e Miguel Couto, do Campo de São Bento até a Rua Santa Rosa.
  6. rua Legisladores – atual Domingues de Sá
  7. rua Cruzeiro – atual Osvaldo Cruz, até a Pedreira e depois desta Cinco de Julho
  8. rua Estrela – atual Mariz e Barros
  9. rua Bibiana – atual Joaquim Távora.

Este plano previa também a criação de novas ruas: rua do Arrozal (atual Coronel Gomes Machado) no Centro e rua Nova de São Domingos (atual Andrade Neves) que ligava Praia Grande à São Domingos, entre outras.

Fazia parte do plano ainda, a construção de um parque numa área arenosa cortada por um córrego: o Campo de São Bento.

No século XIX, Niterói representou o exemplo de cidade originada de uma decisão governamental, com a ocupação dos dois bairros, Centro e Icaraí, sendo feita por vontade administrativa.

Em 1835, as Barcas começam a fazer a ligação Niterói – Rio de Janeiro, a qual se mantém até hoje.

D. Pedro I, em 1844, concedeu à cidade o título de Imperial Cidade, o que posicionou Niterói como uma das cidades mais importantes, conferindo a ela maior poder na região e maior autonomia.

Em 1845, o Visconde de Mauá instala a indústria naval na Ponta D’Areia, fato significativo para a economia da Niterói do século XIX.

Com a instalação do sistema de bondes em 1885, ocorreu a expansão da cidade para bairros como: Icaraí, Ponta D’Areia e Itaipu.

Em 1890, a cidade perde parte de seu território com a separação das freguesias de São Gonçalo, Nossa Senhora da Conceição de Cordeiro e São Sebastião de Itaipu, que passaram a constituir o município de São Gonçalo. Niterói tem, então, sua área reduzida de 245,42 Km para 84 Km.

A Revolta da Armada, entre setembro de 1893 e março de 1894, liderada pela marinha, que exigia a renúncia do Presidente Floriano Peixoto, teve como palco a cidade de Niterói, com destruição de vários prédios na zona urbana e bairros litorâneos e paralisação de suas atividades produtivas, ficando a cidade isolada, sem comunicação com outras.

Em conseqüência, em fevereiro de 1894, Niterói deixou de ser a capital do Estado, posto que passou a ser ocupado pela cidade de Petrópolis, até junho de 1903, quando a capital voltou a ser Niterói.

Com a cidade voltando a ser a capital do estado, uma nova onda de modernização acontece; alargamento de ruas e avenidas, construção da Estação Hidroviária, construção de redes de esgoto, a Prefeitura no Largo do Pelourinho (Palácio Araribóia) em 1904; Câmara do Largo do Rocio (atual Jardim São João) em 1908; Largo de São Domingos, em 1905; Campo de São Bento, em 1910; Praça Coronel Gomes Carneiro (atual Praça do Rink – antigo Largo da Memória), em 1913.

Mais melhoramentos urbanos acontecem então: a iluminação a gás (1904), a inauguração da 1° linha de bondes elétricos ligando o Centro à Icaraí,(1906), alargamento da Rua da Conceição (1907), inauguração da Alameda São Boaventura (1909), alargamento da Estrada Leopoldo Fróes 1909), inauguração da Cental de esgotos (1912).

O primeiro prefeito de Niterói: Paulo Pereira Alves (jan/nov 1904) idealizou a Avenida na Praia de Icaraí (que correspondia então ao fundo dom quintal das chácaras palaceanas da rua Moreira César) indo até São Francisco e daí alcançando as Praias Oceânicas pelo prolongamento da Estrada da Cachoeira. Essa avenida se destinava a implantação de hotéis, cassinos, praças de esportes e outros centros de lazer, na orla de Icaraí e São Francisco.

Durante o governo do prefeito João Pereira Ferraz (1906-1910) aparecem como obras significativas: o projeto de urbanização e embelezamento de Niterói, com a pavimentação e retificação da Alameda São Boaventura (1909) e da Avenida Praia de Icaraí, além da construção do cais da Praia das Flechas e do Jardim Gragoatá, a edificação da primeira sede da Prefeitura: Palácio Araribóia, e a urbanização do Campo de São Bento, que em sua homenagem passou a se chamar: Parque Prefeito Ferraz.

5 – NITERÓI – SÉCULO XX

Com a cidade voltando a ser a capital do estado, uma nova onda de modernização acontece; alargamento de ruas e avenidas, construção da Estação Hidroviária, construção de redes de esgoto, a Prefeitura no Largo do Pelourinho (Palácio Araribóia) em 1904; Câmara do Largo do Rocio (atual Jardim São João) em 1908; Largo de São Domingos, em 1905; Campo de São Bento, em 1910; Praça Coronel Gomes Carneiro (atual Praça do Rink – antigo Largo da Memória), em 1913.

Mais melhoramentos urbanos acontecem então: a iluminação a gás (1904), a inauguração da 1° linha de bondes elétricos ligando o Centro à Icaraí,(1906), alargamento da Rua da Conceição (1907), inauguração da Alameda São Boaventura (1909), alargamento da Estrada Leopoldo Fróes 1909), inauguração da Cental de esgotos (1912).

O primeiro prefeito de Niterói: Paulo Pereira Alves (jan/nov 1904) idealizou a Avenida na Praia de Icaraí (que correspondia então ao fundo dom quintal das chácaras palaceanas da rua Moreira César) indo até São Francisco e daí alcançando as Praias Oceânicas pelo prolongamento da Estrada da Cachoeira. Essa avenida se destinava a implantação de hotéis, cassinos, praças de esportes e outros centros de lazer, na orla de Icaraí e São Francisco.

Durante o governo do prefeito João Pereira Ferraz (1906-1910) aparecem como obras significativas: o projeto de urbanização e embelezamento de Niterói, com a pavimentação e retificação da Alameda São Boaventura (1909) e da Avenida Praia de Icaraí, além da construção do cais da Praia das Flechas e do Jardim Gragoatá, a edificação da primeira sede da Prefeitura: Palácio Araribóia, e a urbanização do Campo de São Bento, que em sua homenagem passou a se chamar: Parque Prefeito Ferraz.

Neste século, o cenário da cidade sofre grandes modificações com a instalação de sedes de bancos, jornais locais, indústria, cinemas, cassino, clubes sociais e esportivos,  colégios de ensino secundário e faculdades.

O governo atendia a cidade com melhorias das vias de acessos, abastecimento (feiras livres e mercados), urbanização de parques, praças e jardins (São Bento e São João) e saneamento.

A ocupação urbana se dividia em: zona norte, zona sul e centro da cidade. A zona norte se expandia em direção a Barreto e São Gonçalo. Fonseca e Centro eram bairros residenciais de alta renda, enquanto que Icaraí, na zona sul, era local de veraneio.

Data deste período a construção de várias vilas operárias próximas às fábricas, sendo um exemplo dessas: a Vila Pereira Carneiro, criada em 1918 pela Companhia Comércio e Navegação.

Os cortiços são as moradias populares da época e as favelas começam a ocupar as áreas pouco valorizadas da cidade.

A arquitetura de estilo indefinido com detalhes do estilo neoclássico nas casas geminadas predominava nos bairros tradicionais.

Vários prédios públicos foram construídos neste período: a Prefeitura Municipal, em 1904, o prédio dos Correios, da estação das Barcas, da Câmara Municipal, todos em 1908.

5.1 – CONSTRUÇÃO DO PORTO

Para a construção do Porto de Niterói, oficializada por decreto em 1913, entre a Ponta D’Areia e o Porto do Méier, região da enseada de São Lourenço, foi feita a dragagem do canal de acesso, construção de 1 cais e de 2 armazéns, desmonte de morros da cidade, entre eles o Morro Dr. Celestino, para a obtenção de novas áreas para uso urbano.

Pelo projeto do engenheiro Felipe dos Santos Reis o traçado urbano era radial concêntrico, com ruas formando um leque: ruas semicirculares desembocando na grande avenida paralela ao cais (Avenida Feliciano Sodré) e ruas radiais desembocando na Praça Renascença.

Foram construídos na área: a Estação Central, o Fomento Agrícola e o Quartel da Polícia Militar.

O primeiro trecho do Porto foi inaugurado em 1927 e o segundo em 1930.

5.2       -  CONSTRUÇÃO DO CENTRO POLÍTICO DA CIDADE

Em 1919, foram terminadas as obras do conjunto arquitetônico que tinha como finalidade reunir numa mesma área o Poder Legislativo e o Poder Judiciário.

Faziam parte deste conjunto: a Assembléia Legislativa, o Palácio da Justiça, a Secretaria de Segurança e a Escola Normal, prédios projetados pelos arquitetos: Emílio Dupuy Tessain e Pedro Campofiorito.

Vieram unir-se ao conjunto: o prédio da Biblioteca Estadual, a Praça da República (com o monumento O Triunfo da República, de 1927, do escultor José Otávio Correa Lima) e mais tarde: o Teatro Leopoldo Fróes e o Parthenon. A sede do Poder Executivo, à época, estava instalada no Palácio do Ingá.

A Praça da República foi desmontada na década de 70 para a construção do novo Palácio da Justiça, o que nunca ocorreu, sendo a Praça restaurada em 1982 atendendo a movimentos populares locais.

6  -  NITERÓI ATUAL

Algumas intervenções urbanas foram fundamentais para o desenvolvimento e crescimento da cidade desde a década de 40.

O interventor do estado, Ernani do Amaral Peixoto realizou o aterro da Praia Grande (aterro da faixa litorânea central entre a ponta da Armação e a Praia das Flechas) e a abertura da Avenida Amaral Peixoto, iniciada em 1942 e completada apenas na década de 50, indo da Praça Araribóia até a rua Marques de Paraná, e que veio a constituir-se a principal via do Centro de Niterói.

De 1948 até 1954 ocorreu a retificação da Avenida Estácio de Sá, atual Avenida Roberto Silveira, ligando o Centro à zona Sul.

Em 1960, iniciou-se a construção da Avenida do Contorno, ligando áreas portuárias e ferroviárias ao Centro da cidade de São Gonçalo, melhorando as condições de tráfego urbano entre Niterói e São Gonçalo.

No final da década de 60 inicia-se a construção da Ponte Presidente Costa e Silva, que só foi concluída em 1974, possibilitando a ligação viária entre as cidades de Niterói e rio de Janeiro.

A construção da Ponte Rio – Niterói aumentou os investimentos em Niterói, assim como a especulação imobiliária e a ocupação dos bairros da Região Oceânica e Pendotiba.

Niterói passou ainda por enormes transformações em seu espaço urbano nos últimos 30 anos. Várias obras foram feitas no intuito de melhor adaptar a cidade ao crescimento e desenvolvimento que ela vem sofrendo. Algumas das obras mais importantes dos últimos tempos na cidade foram:

  • Alargamento e reurbanização da orla de São Francisco até o Preventório.
  • Alargamento e reurbanização da Praia de Piratininga.
  • Recuperação da estrada velha de Itaipu.
  • Alargamento das ruas Marques de Paraná e Dr. Paulo César e da Avenida

Jansen de Mello.

  • Criação do Parque da Cidade.
  • Construção do Túnel Raul Veiga, ligando São Francisco à Icaraí.
  • Pavimentação da Avenida Litorânea, entre o Gragoatá e a Boa Viagem.
  • Construção do Terminal Rodoviário João Goulart.
  • Criação da Vila Olímpica.
  • Ampliação da Avenida Visconde de Rio Branco.
  • Construção do Museu de Arte Moderna, obra do arquiteto Oscar Niemeyer,

que se tornou símbolo da cidade de Niterói.

  • Construção do Caminho Niemeyer, ainda em andamento.

São características da ocupação da cidade de Niterói, determinadas pelo relevo da cidade: o Centro da cidade situado na entrada da Baía, a Costa Sul da cidade, incluindo as Praias Oceânicas, ocupadas pelas classes sociais mais elevadas, ficando as classes populares fixadas nas Zonas industriais ao Norte da cidade. Este modo de ocupação comprova a segregação espacial da população por faixas de renda.

É fato que a ocupação da cidade ocorreu e continua a ocorrer de forma anárquica e sem planejamento, o que causa imensos transtornos à população e à própria cidade.

1844 – Planta de Niterói

1890 – Praia das Flexas

1904 – Praia de Icaraí

1908 – Estação hidroviária

1909 - Estrada Fróes

1922 - Praia Grande (atual Av. Visc. Do Rio Branco)

1925 – Praia das Flexas

1940- Traço urbano aterrado

Porto de Niterói – São Lourenço

Área urbanizada

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

“Temas de História de Niterói – Cidade Múltipla” de Ismênia de Lima e Paulo Knauss

http://pt.wikipedia.org/wiki/Niter%C3%B3i

http://www.achetudoeregiao.com.br/rj/Niteroi/historia.htm

http://www.niteroivirtual.com.br/

http://comboblogmeiombiente.blogspot.com/2009/06/praia-de-icarai.html

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3 respostas em “Niterói – Fundação e Urbanismo

  1. Oi . procuro fotos da ocnstrução da nova avenida que veio a se chamar Amaral peixoto, queria dados desta época entre 1949 a 1954. pis pela foto que tenho de 1956 restou alguma dúvidas

    grato

    • Desculpe, Eduardo, não vou conseguir te ajudar!
      Esse post foi um trabalho que eu fiz para a minha faculdade e as fotos que eu tenho são essas que estão aqui mesmo.

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